Desenho estratégico

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Segmentação das Audiências (primarias/secundárias)

A revisão de literatura que fizemos mostra que a audiência para programas de SBC na área de malária podem ter diversos tipos de audiências. Contudo, maior parte dos programas tem como audiências primárias as camadas mais vulneráveis, nomeadamente:

  • Mulheres Grávidas: ainda com maior atenção na primeira e segunda gravidez, portadoras do HIV/SIDA;
  • Crianças menores de 5 anos;

Dependendo dos resultados que as pesquisas formativas forem a trazer, pode se ampliar as audiências e abranger outro tipo de pessoas e incluir:

  • Pessoas informadas sobre os riscos da malária e conhecedoras dos métodos de prevenção e tratamento, mas não seguem;
  • Pessoas informadas sobre os riscos da malária e seguem as recomendações;
  • Pessoas conhecimentos sobre os riscos e mecanismos de prevenção, mas são impedidas de adoptar certas práticas positivas (ex. mulheres e crianças que não são permitidas a usar redes mosquiteiras pelos maridos e pais ou sem recursos para o efeito);
  • Pessoas desconhecedoras dos riscos riscos da malária e/ou os mecanismos de prevenção e/ou tratamento;
  • Pessoas menos imunes (viajantes de áreas com menores índices de malária para áreas com maior índice);
  • Profissionais de saúde
  • Estruturas governamentais
  • Estruturas locais (lideres tradicionais, religiosos, espirituais)
  • ONGs da área de saúde, com especial enfoque para a malária
  • Tomadores de decisões (ex. legisladores)
  • Comunidade no geral

Mensagens-Chave

Programas de SBCC para a redução da malária devem ter nas suas mensagens a intenção de:

  • Aumentar a consciência que as populações sobre os riscos, métodos de prevenção e tratamento da, malária;
  • Uso de saneamento do meio como forma de prevenir a malária;
  • Dar instruções e supervisão adequadas aos técnicos de saúde;
  • Mobilizar o apoio social para a implementação do programa;
  • Aumentar a confiança/credibilidade dos técnicos de saúde e sistema nacional de saúde pelos utentes

 

Objectivos da comunicação

  • Mudança de comportamentos de “negativos” para “positivos”
  • Reduzir o Índice de novas infecções por malária;
  • Reduzir o índice de mortalidade por malária;
  • Aumentar o número de casos suspeitos de malária testados
  • Aumentar a proporção dos casos confirmados tratados em menos de 24 horas;
  • Aumentar o número de pessoas que procuram serviços de saúde quando apresentam sintomas de malária
  • Aumentar a consciencialização das pessoas sobre os riscos, sintomas, mecanismos d e prevenção e de tratamento de malária

Canais de comunicação

  • Unidades sanitárias (profissionais e activistas de saúde)
  • Meios de comunicação social (rádio, TV, jornais impressos e online – noticiários e/ou scritps publicitários);
  • Estruturas locais (lideres comunitários, tradicionais, religiosos, espirituais, comunicadores)
  • Educação de pares;
  • Palestras, teatros populares;
  • Diálogos comunitários em pequenos grupos locais,

Para transmitir esta mensagens, podem e devem ser usados diversos meios de comunicação, devendo ser ajustados às características de cada audiência. Dentre os meios recomendado inclui se televisões, jornais impressos, rádios comunitárias, encontros individualizados ou restritos com pessoas chave (por exemplo para uma intervenção de advocacia), teatros de rua, etc.

Documentos de suporte

(Em produção)

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